Saúde

Bolinhas fedorentas na garganta e o MAU HÁLITO | Dr. Dayan Siebra

Aí que coisa chata que é aquelas bolinhas que do nada você sente que saiu uma, e o fedor, ninguém aguenta. Aprenda agora como remover naturalmente sem tratamentos. Quer saber como assiste agora e não esquece de compartilhar nos seus grupos de Whatsapp e também em suas redes sociais. Comenta com a gente aqui, já passou vergonha por conta delas, como você conseguiu acabar com esse problema?

CAUSAS DO MAU HÁLITO

As causas bucais correspondem de 92,7% a 96,2% dos casos de mau hálito, segundo o profissional. A saburra lingual lidera como o principal motivo da halitose. Em segundo lugar entram as doenças periodontais. “A saburra ou biofilme lingual é uma placa bacteriana esbranquiçada ou amarelada que se forma no fundo da língua e doença periodontal são as que acometem a gengiva, osso de suporte dos dentes e as fibras do ligamento (que unem gengiva, dente e osso)”.

O mau hálito também pode ser decorrente de fatores externos à boca, apesar da incidência ser bem menor, de 3,8% a 7,3% dos casos. “As causas da halitose extrabucal mais comuns são pela ingestão de alimentos que alteram o odor do hálito (chamados odoríferos), pela hipoglicemia (nível baixo de açúcar no sangue), o diabetes não compensado e as alterações renais ou hepáticas”, exemplifica.

COMO SABER SE TENHO MAU HÁLITO?

O ideal é procurar um profissional qualificado no tratamento desse problema. “Ele fará uma minuciosa investigação para detectar as causas diretas e indiretas da halitose, pois é comum que existam causas associadas”. Além disso, Maurício explica que serão realizados diversos testes, como a sialometria em repouso e sob estímulo mecânico – que nada mais é que a medição da produção salivar -, teste do hálito feito pelo profissional e também em aparelhos que medem os gases responsáveis pela halitose bucal, além de um exame clínico detalhado.

TRATAMENTO

O tratamento da halitose envolve a participação ativa do paciente tanto para chegar ao resultado, como para mantê-lo. “Ele aprenderá novas rotinas de higiene bucal, com técnicas e produtos diferenciados, adaptados a cada caso, nova rotinas de hábitos alimentares, e também serão tratadas as causas indiretas da halitose”. Essas causas que o especialista menciona são a baixa produção salivar, carência de vitaminas, descamação excessiva de células da mucosa bucal, entre outras.

E o tratamento não acaba por aí. Segundo Maurício, após normalizar o hálito o paciente inicia o tratamento da sua segurança. Isso significa que ele deve checar o seu hálito regularmente com alguém de confiança, além de fazer as visitas de retorno ao profissional. “Para que o paciente execute corretamente essa etapa, já na consulta inicial ele passa por um processo de aprendizagem sobre o que são as consequências da halitose e como funciona o seu tratamento. Isso facilitará sua adesão ao tratamento com um maior comprometimento, o que é essencial para o sucesso do mesmo”.

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