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EUA bombardeiam alvo de Assad na Síria

EUA bombardeiam alvo de Assad na Síria. Na Austrália, o primeiro-ministro apoiou o ataque americano dizendo que é uma resposta ‘proporcional e calibrada’.

O governo australiano pediu que a Rússia desempenhe o papel para levar a paz à Síria.

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Os Estados Unidos lançaram na noite desta quinta-feira (06.04), uma ofensiva militar na Síria contra o regime de Bashar Assad. Na primeira ação militar do governo Donald Trump, as forças americanas bombardearam com mais de 50 mísseis Tomahawk uma base aérea em Homs. A ofensiva foi lançada a partir de navios de guerra mobilizados no Mediterrâneo.

O bombardeio é uma resposta ao ataque com armas químicas lançado contra a população civil síria na última terça-feira. Segundo o governo americano, os aviões que participaram da ação que matou mais de 70 pessoas em Idlib partiram da base bombardeada nesta quinta (06) O presidente americano culpou o ditador sírio pela barbárie.

Esta é a primeira vez que os Estados Unidos atacam diretamente alvos ligados a Bashar Assad desde o início da Guerra na Síria, há seis anos. Em 2014, sob comando de Barack Obama, as forças americanas chegaram a bombardear o território sírio, mas em ações contra o grupo terrorista Estado Islâmico.

Em um breve pronunciamento pouco depois do bombardeio, Trump confirmou que o alvo foi a base usada no ataque químico. “Assad sufocou indefesos”, disse o presidente americano. Trump também convocou “todas as nações civilizadas” a buscar o fim do “massacre e do derramamento de sangue” que assola a Síria.

Mudança de postura – O ataque militar na Síria representa uma significativa mudança de postura de Trump em relação a Assad. Durante a campanha eleitoral, o republicano afirmou que seria “tolo” insistir em tirar o ditador sírio, aliado da Rússia, do poder. Após o chocante ataque químico, porém, o próprio Trump admitiu que sua opinião havia mudado e que o uso de gases tóxicos contra civis “ultrapassou muitas linhas”.
fonte:veja.com

 
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