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No SBT, Bolsonaro já fala em governabilidade; Haddad segue defendendo Lula

Bolsonaro já fala em governabilidade Haddad segue defendendo Lula. Os candidatos à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) participaram de uma espécie de debate indireto durante uma edição especial do programa “Conexão Repórter”, do SBT.

Bolsonaro já fala em governabilidade Haddad segue defendendo Lula

Enquanto um sorridente Bolsonaro já fala que conta com o apoio de 120 deputados para garantir a sua governabilidade, Haddad, mais tenso, ainda insiste no discurso de que o ex-presidente Lula foi um dos melhores presidentes do País

Faltando pouco menos de uma semana para o segundo turno, o semblante de ambos os candidatos demonstra o provável desfecho das urnas. Enquanto um sorridente Bolsonaro já fala que conta com o apoio de 120 deputados para garantir a sua governabilidade, Haddad, mais tenso, ainda insiste no discurso de que o ex-presidente Lula foi um dos melhores presidentes do País.

Durante sua parte na entrevista, o deputado fez um aceno ao juiz federal Sérgio Moro, responsável pela operação Lava Jato. Bolsonaro não descarta convidar o juiz para Ministério da Justiça ou ainda indicá-lo ao STF, mas evitou se comprometer: “Ainda não conversei com ele, então não posso falar de algo que não sei a resposta”, disse.

Questionado sobre os 13 milhões de desempregados no Brasil, Bolsonaro explicou que é preciso facilitar a vida do pequeno e médio empresário. “Há uma fiscalização boçal em excesso”, disse. “O empresário se sente acuado”.

Bolsonaro também respondeu a algumas polêmicas que surgiram durante a sua campanha. Disse, por exemplo, que não existe possibilidade de fechar o Congresso e que oficialmente é contra a prática da tortura.”Nada justifica a tortura”, afirmou logo antes de elogiar o coronel Brilhante Ustra. “Ele prestou um serviço ao Brasil, combateu terroristas”.

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Por fim, Bolsonaro afirmou que deve trabalhar sim em regulamentar o Referendo de 2005, quando a população votou sim pelo direito à posse de armas de fogo.
O ex-deputado citou dois casos que teriam direito, de acordo com a medida: os caminhoneiros e os proprietários de pequenas propriedades rurais.

Na vez de Haddad, o candidato disse que Bolsonaro cultua um torturador — em referência ao coronel Brilhante Ustra — e que representa o risco do retorno da ditadura militar no país.

Quando questionado sobre a quantidade de desempregado no Brasil, Haddad argumentou que é preciso aumentar a renda das pessoas, diminuindo os impostos, e investir em construção civil, o que diminuiria a taxa de desempregados.
Fonte: Jovem pan

 
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