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Pesquisadores suspendem testes com pílula do câncer

O Instituto do Câncer anunciou que decidiu suspender a inclusão de novos pacientes nos testes com a fosfoetanolamina sintética, também conhecida como pílula do câncer. Depois de oitos meses de pesquisas, o órgão alegou falta de comprovação da eficácia no combate à doença, como estava previsto no protocolo da pesquisa. Durante o estudo, os pacientes receberam duas pílulas diárias com 500 miligramas da substância. Os defensores da fosfoetanolamina alegam que a dose é ineficiente e que, para fazer efeito, o remédio deve ser ministrado três vezes ao dia.

 
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