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RUÍNA DOS CORREIOS preenchimento dos cargos por políticos colaborou para a ruína da empresa

RUÍNA DOS CORREIOS preenchimento dos cargos por políticos colaborou para a ruína da empresa.

Há uma crise sem fim nos Correios, uma empresa que tinha selo de qualidade e, agora, virou dor de cabeça para os brasileiros. Por todo o Brasil, os carteiros estão sumindo, as encomendas não chegam e agências anunciam fechamento.

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O que levou a empresa com o título de mais confiável do país a uma crise dessas? A empresa disse que teve prejuízo de R$ 2 bilhões em 2015 e quase isso em 2016. E em janeiro e fevereiro deste ano, vermelho de novo.

A atual direção justifica que a atividade postal está em decadência, que as tarifas postais ficaram anos congeladas por causa da inflação e que a empresa não avançou para outra área de atuação como fizeram as do mesmo ramo no mundo.

“Hoje a atividade postal se restringe basicamente às comunicações judiciais e as operações comerciais, boleto, cobranças. Fora disso, a atividade mudou e mudou muito, com uma grande queda nos nossos serviços”, disse o presidente dos Correios, Guilherme Campos.

Perguntamos ao presidente, também, se a crise dos Correios tem a ver com os gestores que partidos políticos sempre puderam indicar para os cargos de direção.

“Eu sou suspeito de falar, sou uma indicação política, assim como o foram, ao longo dos 354 anos de história dos Correios, indicações políticas. É uma empresa pública. Vamos acabar com as indicações políticas só privatizando”, afirmou Guilherme Campos.

O presidente foi uma escolha do PSD, um dos aliados do governo Temer.

Este ano a Justiça chegou a afastar seis vice-presidentes por falta de comprovação de qualificação técnica. Mas eles voltaram aos postos também por decisão judicial.

Para a Federação dos Empregados, o preenchimento dos cargos por políticos colaborou para a ruína da empresa.

“Entra partido e sai partido e os Correios não conseguem se manter num foco, num alinhamento realmente de empresa, a qual ela hoje é considerada uma empresa mundial. O problema é o trabalhador? Não, o problema não é o trabalhador, o problema é a administração, que infelizmente não segue o que deveria ser feito, realmente, para manter essa empresa sustentável”, diz Susy Cristiny, da Federação Nacional dos Empregados dos Correios.

As férias de quem trabalha nos Correios foram suspensas por um ano. Foi aberto um programa de demissão incentivada. Saíram 5,5 mil servidores. Só que eram esperados 8 mil. Agora a empresa fala em demissão motivada. A forma está sendo estudada e os representantes dos trabalhadores já foram avisados. Para eles, isso é um assédio moral e que vai abrir um precedente para outros concursados de outras estatais. Isso em um cenário que já tem carteiro há seis meses fazendo sozinho o trabalho de três pessoas

 
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