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Testemunha confirma que sócio de Cabral recolhia propinas em nome do ex-governador

Em depoimento ao juiz Sérgio Moro, o diretor da Carioca Engenharia Eduardo Backheuser confirmou que o sócio de Sérgio Cabral, Carlos Miranda, recolhia as propinas em nome do ex-governador. Os pagamentos eram feitos em espécie, num valor médio de R$ 200 mil, e ocorriam não necessariamente a cada 30, a depender da disponibilidade dos recursos. Segundo investigações, parte da propina passava pelo escritório da ex-primeira dama do Rio Adriana Ancelmo. A antiga secretária de Adriana contou que ajudava a contar o dinheiro.

 
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